quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Bella Gula no Valor Econômico

Hoje saiu um notão sobre a Bella Gula no jornal Valor Econômico.

O bistrô gaúcho cresce além-fronteira
Sergio Bueno, de São Paulo
13/08/2008

Quando o engenheiro civil Bernardo Thomaz e a mulher dele, Daniela, graduada em turismo, abriram a primeira confeitaria Bella Gula em Porto Alegre, há 15 anos, já pensavam em criar uma franquia especializada em alimentação, mas até então as pretensões eram de uma atuação regional, alcançando no máximo algumas praças no interior do Rio Grande do Sul. A empresa evoluiu para o que eles chamam de "fast bistrô", que serve refeições rápidas, cafés e sorvetes. Já são 14 unidades em quatro Estados e o plano é ter mais quatro lojas até o fim do ano.
A estratégia da Bella Gula foi procurar um nicho que não colidisse com gigantes como McDonald's e Pizza Hut, explicou Bernardo. A cada dia, diz ele, um candidato a franqueado se cadastra na página da empresa na internet e a expectativa é abrir pelo menos cinco novas unidades por ano nos próximos cinco anos. "A cada 20 candidatos, selecionamos um, em média". Além das oito lojas em Porto Alegre, a rede já alcança São Paulo, com dois pontos, Osasco, Florianópolis, Balneário Camboriú (SC) e Maceió.
Ainda este ano a Bella Gula deve chegar a Santa Maria (RS) e abrir novas unidades em Porto Alegre, São Paulo e Maceió, diz o empresário. Também há negociações no Rio de Janeiro e nas cidades paranaenses de Curitiba, Maringá e Londrina. "Mas nos próximos dois anos deveremos concentrar nosso crescimento em São Paulo, onde o mercado é maior promissor, embora a região Nordeste também esteja crescendo muito". Além das lojas, a rede tem uma unidade industrial de produtos de confeitaria em Porto Alegre. Em Maceió a produção é feita pelo franqueado.
O investimento necessário para montar uma franquia da Bella Gula varia de R$ 150 mil a R$ 500 mil, dependendo do tamanho e da localização da loja. O faturamento mensal médio é de R$ 100 mil por ponto de venda, que em geral mantém de nove a 18 funcionários e recebe de 10 mil a 20 mil clientes por mês - a maioria de mulheres de 20 a 40 anos de idade, das classes B e C. Nos últimos cinco anos, diz Thomas, a rede vem se mantendo entre as dez melhores franqueadoras do país, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF) e acaba de receber o selo de qualidade do Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente (IBRC) para as operações de São Paulo.