quarta-feira, 3 de junho de 2009

Rodrigo Lombardi no RSVip da ZH



3 perguntas para Rodrigo Lombardi

Rodrigo Lombardi não se deslumbrou com a fama. O lindo, que causou frenesi no último domingo ao aparecer na Paquetá do BarraShopping, já foi jogador de vôlei, garçom e agente de viagens. Depois de anos de teatro, ele é o novo "muso" do país. Durante o almoço no Bah!, para o qual fez questão de convocar o amigo Tarcisio Meira Filho, tocou seu celular. Era uma fã descontrolada dizendo que estava embaixo de seu prédio no Rio e que ele precisava descer. A coisa anda assim. Para os poucos que estavam na mesa, ele contou os próximos passos. Está trabalhando em um roteiro de um filme que vai dirigir e que trata das visões do amor em diferentes décadas. Ainda por cima é romântico...

RSVIP - O que o impressionou na Índia?

Rodrigo Lombardi - Olhamos o Indiano e acha esquisito. Só que a Índia e a China são dois terços da população mundial. Comecei a repensar. Resgatam-se valores, enxergam-se coisas mais importantes do que a esquisitice. É a beleza da Índia.


RSVIP - Lá, homens que dançam têm mais chances com as mulheres?

Lombardi - Homens que se dispõem a dançar, com certeza, têm humor. Homens com humor têm mais chances com as mulheres. Mulheres com humor também têm mais chances com os homens. Em um mundo bem-humorado, as pessoas terão mais chances umas com as outras.


RSVIP - A fama te assusta?

Lombardi - A multidão não assusta. Antes tinha os mesmos pensamentos, me expunha da mesma forma e ninguém me ouvia. Hoje todos querem saber minha opinião sobre tudo. Tenho que aproveitar para construir coisas, para que as pessoas parem e ouçam o que eu quero dizer para elas.