Intérprete de Raj da novela "Caminho das Índias" recebe fãs neste domingo (31), na loja Paquetá do Barra Shopping Sul, para sessão exclusiva de autógrafos
Rodrigo Lombardi - que interpreta o personagem Raj na novela Caminho das Índias (Rede Globo) -, promete levar as fãs à loucura no próximo domingo, na loja Paquetá do Barra Shopping Sul, em Porto Alegre. O ator, estrela da campanha do Dia dos Namorados da marca, fará uma sessão de autógrafos especial, a partir das 15h. Um dos galãs da trama global, Lombardi só encontrou uma brecha na agenda para receber o público e a imprensa em pleno final de semana - para delírio das admiradoras.
Nascido em São Paulo há 32 anos, Rodrigo Lombardi já foi jogador de vôlei, trabalhou como agente de viagens, garçom, modelo e estilista. Sua estreia nas artes cênicas foi com a peça infantil "João e o Pé de Feijão", antes de se aventurar na TV, na novela "Meu Pé de Laranja Lima", da TV Bandeirantes. O início de sua carreira foi no Grupo Tapa, um dos mais importantes do País. Até ser chamado para atuar na novela "Bang Bang", da Rede Globo (2005), foi um longo caminho percorrido.
Entre seus principais trabalhos na televisão, além de "Bang Bang" e "Caminho das Índias", estão o "Circo do Faustão", em 2007; "Pé na Jaca" (2006), quando interpretou Tadeu; Metamorphoses (2004), de Fábio Fraga e Marisol (2002). Em 2007, o galã ganhou notoriedade ao viver Ciro, na novela global "Desejo Proibido". Também participou do seriado "Casos e Acasos", também da Globo, em 2008.
Na novela de Glória Perez, Rodrigo Lombardi vem roubando a cena na pele do sensível Raj. Por ser considerado "uma unanimidade, o verdadeiro príncipe encantado que vive nos sonhos de qualquer mulher exigente", a Paquetá apostou firmemente no ator para estrelar suas mais recentes campanhas. Para se ter uma ideia, o bonitão é um dos atores da TV Globo que recebe o maior número de cartas. E mesmo depois de 13 anos de carreira e sete novelas, Rodrigo se considera um artista em formação. "Estou começando a contar histórias agora: de alguma coisa que vi, que vivi, porque antes de dez anos de profissão, você só está ouvindo. Ainda está vivendo a história dos outros, afirmou em recente entrevista, com a modéstia e calma de sempre, características marcantes de sua personalidade.