Dentre o setor químico, conforme dados do presidente da entidade, o de higiene pessoal e de cosméticos é o único que apresenta superávit. Segundo ele, “a crise é sinônimo de oportunidade, é aonde o mercado se mexe, as empresas se adequam e aquelas que tiverem oportunidade aparecem, depende da capacidade de cada uma”.
João Carlos Basílio da Silva abriu o evento neste sábado (17) ao lado do diretor-geral da The Beauty, Alfredo de Carvalho, de Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia, e do Dr. Hugo Turovelzky, kinesiólogo fisiatra e diretor-geral das revistas “Les Nouvelles Esthétiques” e “You Brasil” no País.
Números animadores
Para se ter uma idéia, dados da Euromonitor apontaram que, em 2008, houve um crescimento de 27,5% do consumo no Brasil. O Brasil já é hoje o terceiro maior consumidor de produtos de beleza, com um faturamento de US$28,7 bilhões. “Temos hoje uma participação de mercado 8,6% do mercado mundial. O Japão, que é o segundo maior mercado do mundo tem 10,1%, portanto, estamos muito próximos. Os EUA vêm perdendo participação de mercado, com 15,6% em 2008”, afirma Basílio da Silva. Entre os 10 principais mercados do mundo, o Brasil foi o que atingiu o maior crescimento: chegou a 27,46%, superando a China, que ficou em segundo, com 22,10%. A Rússia está na terceira posição do ranking, com 14,51%, e depois o Japão, com 11,92% de crescimento.
Sobre a The Beauty
A The Beauty, um dos maiores eventos do setor no País, reunirá até o dia 18 de maio, na Fiergs, dezenas de profissionais e mais de 80 expositores nacionais e internacionais. Segundo o diretor-presidente da feira, Alfredo de Carvalho, o objetivo é “aproximar a indústria fornecedora com o atacado e o varejo do Sul do Brasil e do Mercosul”. A expectativa é superar a visitação este ano, que o ano passado foi de 19 mil pessoas.
Mais informações no site oficial da feira: www.thebeauty.com.br